Melhor ainda é esta, que à primeira vista de An Evening with Robin Williams não consegui perceber. É o início do excerto que aí ficou:
«Agora vou beber um pouco de vinho, por um momento. Um pequeno apagador no quadro da vida.»
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Um bom rapaz
«Eu gosto do meu vinho como gosto das minhas mulheres: prestes a desfalecer.»
Copos ao alto pelo génio de Robin Williams. Consta que era um bom rapaz. Paz à sua alma.
Copos ao alto pelo génio de Robin Williams. Consta que era um bom rapaz. Paz à sua alma.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Adeus, Maestro
Nico Nicolaiewsky, o Maestro Pletskaya do maravilhoso Tangos & Tragédias, um espectáculo que era uma festa de música e riso e que fez quase trinta anos de carreira, morreu há um mês. Soubémo-lo há dois dias. Nessa noite, sentámo-nos com duas Caipirinhas. Ouvimos somente o início do Epitáfio dos Titãs e brindámos à vida e a ele. Paz à sua alma.
Lê-se no Facebook uma historinha luminosa, onde ecoa a voz e a benignidade do Maestro Pletskaya. No final de mais uma representação de Tangos & Tragédias, uma senhora dirigiu-se a ele, ainda no figurino, e disse-lhe que já tinha visto o espectáculo oito vezes (a sortuda; eu só pude ver cinco). Ele, decerto arregalando um sorriso de todo o tamanho, respondeu no seu sotaque inventado da Sbørnia: «E AINDA NON INTENDEU?!»
Lê-se no Facebook uma historinha luminosa, onde ecoa a voz e a benignidade do Maestro Pletskaya. No final de mais uma representação de Tangos & Tragédias, uma senhora dirigiu-se a ele, ainda no figurino, e disse-lhe que já tinha visto o espectáculo oito vezes (a sortuda; eu só pude ver cinco). Ele, decerto arregalando um sorriso de todo o tamanho, respondeu no seu sotaque inventado da Sbørnia: «E AINDA NON INTENDEU?!»
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Natureza mortiça
| Derradeira colheita em Castelão puro do Djei Pi Praivâte Salécxane, antigo JP Garrafeira |
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Um homem muito notável
No dia em que nos despedimos do Professor José Hermano Saraiva — um homem muito notável, como ele dizia de muitos homens e muitas obras —, copos ao alto em honra da sua vida; pela paz da sua alma.
Ficam os seus livros, os seus programas, o seu exemplo de dedicação à cultura portuguesa, de estudo, de entusiasmo, de trabalho, de transmissão do saber. E esta reflexão sua, recolhida num «A Alma e a Gente», para guardar:
Ficam os seus livros, os seus programas, o seu exemplo de dedicação à cultura portuguesa, de estudo, de entusiasmo, de trabalho, de transmissão do saber. E esta reflexão sua, recolhida num «A Alma e a Gente», para guardar:
«Nós somos aquilo em que acreditamos, e, se não acreditarmos em nada, não somos coisa nenhuma.»